Saiba por que a atividade física é a grande aliada à saúde do coração

Saiba por que a atividade física é a grande aliada à saúde do coração

O coração é o músculo mais importante do corpo humano. A cada batida, ele fornece nutriente e oxigênio às células. Para que funcione com tranquilidade, como toda a musculatura, ele se fortalece com a prática de atividade física, tornando-se forte o suficiente para conseguir bombear mais sangue para o organismo a cada batimento, alcançando um nível alto de desempenho sem tanto estresse. Por isso, indivíduos que se exercitam têm a frequência cardíaca de repouso mais baixa, resultando na necessidade de menor esforço no momento de bombear o sangue.

De acordo com o cardiologista do Hospital das Nações, localizado em Curitiba, Walmor Lemke, são inúmeros os benefícios da atividade física para o coração, porém, o melhor deles é o condicionamento físico. “O organismo atinge uma melhor condição com pouco esforço, bombeando sangue suficiente para oxigenar todos os tecidos adequadamente”, explica. “Além disso, a pressão tem os seus níveis melhorados e faz parte da prescrição médica ‘exercícios físicos’ para controlá-la”, ressalta.

O exercício físico ajuda a reduzir os níveis de colesterol e triglicérides, diminui a inflamação das artérias, auxilia na perda de peso e mantém os vasos sanguíneos abertos e flexíveis. Em comparação aos indivíduos sedentários, aqueles que se exercitam regularmente apresentam um risco 45% menor de desenvolver aterosclerose coronariana. Além disso, contribui para manter a normalidade do fluxo sanguíneo e da pressão arterial. “Os benefícios também se estendem para a circulação coronariana, ampliando a rede de vasos colaterais e preparando melhor o músculo cardíaco. Outros efeitos benéficos podem ser observados nos demais órgãos, com destaque especial para as articulações e o sistema motor”, afirma Walmor.

A atividade física traz benefício cardiovascular até mesmo para os pacientes com doença cardíaca. Entretanto, todo cuidado é pouco quando o assunto é o coração. Nada de começar a se exercitar sem a orientação de especialistas. A recomendação médica é que antes de iniciar qualquer nível de atividade faz-se necessário buscar a avaliação cardiológica.

Segundo o cardiologista Lemke, todas as pessoas devem cuidar do coração, no entanto, aquelas que pertencem a um grupo de risco (pais que têm história de infarto do miocárdio ou tratamento cardiológico, hipertensão, diabetes, colesterol ou que a própria pessoa seja obesa, hipertensa ou fume) precisam ter cuidado maior e procurar o médico o quanto antes para realizar a primeira consulta com o especialista (cardiologista) e, provavelmente, alguns exames. “Caso não pertença a esse grupo, o indivíduo pode deixar a primeira consulta para ser realizada após os 40 anos”, aconselha.

Vale destacar que algumas doenças cardiológicas são hereditárias, como a coronariopatia (arteriosclerose coronariana), bem como a hipertensão e as alterações de colesterol, as quais encabeçam a lista dos fatores de risco.

 

Fatores de risco

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas, entre elas, a mais importante, a arteriosclerose coronariana, são: diabetes, hipertensão arterial sistêmica e tabagismo, seguido pela dislipidemia (alterações dos colesteróis e triglicerídeos), obesidade, história familiar de doença coronariana, sedentarismo, alimentação gordurosa e estresse do dia a dia.

 

Você sabia que a prática regular de atividade física traz vários benefícios para o seu coração?

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Yeling lança luva de segurança em aço inoxidável

Luva Malha Forte protege contra cortes por facas manuais e lâminas

MalhaForte

Em frigoríficos, açougues, cozinhas industriais e indústrias têxteis, são inúmeros os riscos aos quais estão expostos os profissionais. As facas manuais e outros objetos cortantes estão presentes na maioria das atividades que executam, como o corte, a desossa (retirada dos ossos de carnes, aves ou peixes, cozidos ou não, conservando sua forma original), entre outras.

Para garantir a proteção adequada aos trabalhadores desse setor, a Luva Yeling desenvolveu um produto com eficiência comprovada: a Malha Forte. Uma luva de segurança confeccionada em aço inoxidável, composta por pequenas argolas entrelaçadas com fechamento ajustável.

A partir do uso da luva Malha Forte, os profissionais que trabalham em atividades, como recortes de bovinos, suínos, avícolase, outros procedimentos industriais de corte, têm suas mãos seguras contra cortes por facas manuais e objetos cortantes similares, como lâminas.

Vale destacar que, de acordo com a pesquisa da ANIMASEG 2010/2012, a atividade de abate suíno, aves e outros pequenos animais classifica-se em 8º lugar no ranking de atividades com mais acidentes com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho ). “Precisamos contribuir para a redução desse cenário, levando aos profissionais a proteção necessária com qualidade garantida”, esclarece Andrea Vieira, consultora técnica comercial da Luvas Yeling.

“Atribuímos em nosso portfólio a luva Malha Forte para a atuação em um nicho de mercado que até então nosso market share é inexpressivo (isto é, seu grau de participação nesse mercado em termos das vendas é pequeno). Agora, estamos aptos para iniciar o trabalho de homologação da luva em frigoríficos, abatedouros e açougues, os segmentos que demandam o maior consumo desse EPI”, esclarece Andrea.

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Nova Portaria do MTE altera norma de ensaio para luvas com proteção química

Ensaios baseados na norma MT 11:1996 valem até maio

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mantém atualizadas as normas que regem os EPIs – Equipamentos de Proteção Individual. Neste ano, o EPI tipo luvas contra agentes químicos passará por atualização. A novidade é que os ensaios químicos deverão ser feitos de acordo com a EN 374:2003, norma europeia que especifica a capacidade das luvas de proteger o usuário contra produtos químicos e/ou micro-organismos, conforme a portaria nº 452 de 20 de novembro de 2014, do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial em 1º/12/2014.

Segundo a portaria, as luvas de proteção abrangidas pela norma EN 374:2003 são submetidas aos testes de penetração, que se refere ao cuidado com o deslocamento de um produto químico e/ou micro-organismo que possa ocorrer por meio de materiais porosos, costuras, furos ou outras imperfeições no tecido da luva de proteção do tipo não molecular e de permeação (penetração por meio de um sólido), que validam as películas de borracha e plástico contidas nas luvas para que atuem como barreiras contra líquidos. Por vezes, atuam como esponjas que absorvem os líquidos e os retêm contra a pele. Por esse motivo, é necessário medir os períodos de permeação ou de tempo que o líquido demora a entrar em contato com a pele.

“Os relatórios de ensaio, segundo a norma espanhola MT 11:1996, serão aceitos até 30 de maio deste ano para o EPI tipo luva de proteção contra agentes químicos, sendo que, após esse prazo, a norma de ensaio aplicável deverá ser a EN 374:2003, de acordo com a portaria N.º 452”, esclarece Welington Alves, analista do setor de Normatização da Luvas Yeling.

“É importante salientar que todos os CAs (Certificados de Aprovação) emitidos até 30 de maio de 2015, ensaiados por meio da norma MT 11:1996, terão validade normal até o período determinado pelo MTE, sendo que, no momento da renovação, os ensaios deverão ocorrer de acordo com a norma europeia EN 374:2003, conforme divulgado nessa portaria”, comenta Dayane Jakel, analista de Marketing da empresa.

Requisitos

A SEÇÃO MÍNIMA DA LUVA QUE É ESTANQUE À PERMEAÇÃO DE LÍQUIDOS DEVE SER, PELO MENOS, EQUIVALENTE AO COMPRIMENTO MÍNIMO DELA, CONFORME ESPECIFICADO NA NORMA EUROPEIA EN 420.

PENETRAÇÃO: UMA LUVA NÃO PODE PERMITIR FUGAS QUANDO É SUBMETIDA A UM TESTE DE FUGA DE AR E/OU ÁGUA E DEVE SER TESTADA E INSPECIONADA EM CONFORMIDADE COM OS NÍVEIS DE QUALIDADE ACEITÁVEL (ACCEPTABLE QUALITY LEVEL).

PERMEAÇÃO: TODOS OS PRODUTOS QUÍMICOS TESTADOS SÃO CLASSIFICADOS EM TERMOS DE TEMPO DE PERMEAÇÃO (NÍVEL DE DESEMPENHO ENTRE 0 E 6).

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