Movimento Abril Verde promove a conscientização à redução dos acidentes de trabalho

A Luvas Yeling® apoia a iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Paraná (SINTESPAR), que busca a conscientização de trabalhadores, patrões e sociedade em geral para a melhoria das condições de trabalho e de saúde do trabalhador

 

Segundos dados da Organização Internacional do Trabalho da ONU (OIT), as condições perigosas continuam a ser uma ameaça diária para dezenas de milhões de trabalhadores em todo o mundo. Mais de 313 milhões de trabalhadores sofrem acidentes de trabalho não fatais a cada ano, o que equivale a 860 mil pessoas feridas no trabalho diariamente. Enquanto isso, a cada dia, 6.400 pessoas morrem em acidentes ou doença profissional, resultando em 2,3 milhões de mortes a cada ano.  No Brasil, o número chega a 4 mil mortes anuais.

Além disso, o trabalho não envolve o risco somente de acidentes, há também o de doenças. No mundo, são 160 milhões de pessoas que sofrem com doenças profissionais e 2,02 milhões de pessoas que morrem a cada ano em decorrência de enfermidades relacionadas ao trabalho.

Diante desse cenário com dados alarmantes é que surge o Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Paraná (SINTESPAR), que visa pautar o tema segurança e saúde do trabalhador brasileiro com vistas à redução dos acidentes de trabalho. O movimento nasce para ser estimular a promoção de atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro do ambiente de trabalho.

Empresa apoiadora

A Luvas Yeling®, que atua há mais de 35 anos no mercado de proteção, entende a importância da diminuição nesses números e, por isso, une-se aos trabalhadores, atores sociais nesse movimento global que busca consolidação de medidas de segurança e prevenção da saúde em locais de trabalho, para que o número de mortes no trabalho, lesões e doenças em todo o mundo seja reduzido.

Entre as ações desenvolvidas pela empresa curitibana para divulgar o Movimento Abril Verde, estão o desenvolvimento de uma campanha interna de conscientização junto aos seus colaboradores, cujo slogan é “A Yeling de mãos dadas com essa ideia”. O objetivo é levar informação e conhecimento aos seus mais de 140 colaboradores, além de clientes e stakeholders.

Mais sobre o Movimento Abril Verde

Como o próprio nome traduz, o Abril Verde é um movimento, não uma campanha. Ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizá-lo em suas ações de conscientização tanto no mês de referido como em outros meses do ano.

O Abril Verde foi o mês escolhido, pois no dia 7 se comemora o Dia Mundial da Saúde e no dia 28, o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho, proposta pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) a todos os países membros. Verde foi a cor escolhida por estar associada aos cursos relacionados à saúde.

 

Conheça a Yeling 

Criada em 1980, a Luvas Yeling® é a maior fabricante de luvas do Brasil, com um mix variado de produtos com alto padrão de qualidade e tecnologia para os mais diversos mercados. São 35 anos de experiência e um constante investimento em tecnologia própria que lhe proporciona um know-how brasileiro para a fabricação de luvas de maior valor agregado.

Com sede e centro de produção no bairro Novo Mundo, em Curitiba (PR), a Yeling® desenvolve também mangas de segurança para atender por completo a necessidade dos clientes, proporcionando proteção e segurança no desempenho de diversas atividades. Em 2016 iniciou as atividades de sua mais nova unidade está localizada na cidade de Rio Negro (PR), que irá produzir e comercializar luvas de menor valor agregado e alta produtividade, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.

 

Saiba mais sobre a Luvas Yeling® em: www.yeling.com.br

Tel: (+55 41) 3301.8070

Rua General Potiguara, 1428-06

Novo Mundo – Curitiba – PR – Brasil

 

 Contato para imprensa: jornalismo@cranioscomunicacao.com.br – (41) 3031-2757 

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Saiba como fidelizar clientes e alavancar o seu negócio

Em todos os ramos do mundo dos negócios, há uma crescente competitividade que exige ousadia dos empresários para duas ações importantes para sua sobrevivência: saber atrair clientes e saber fidelizá-los. E o grande desafio está nesta última, de acordo com os especialistas.

De acordo com Marcelo Caetano, consultor e especialista em negócios, a fidelização de clientes é algo fundamental nos negócios.
Para ele, fidelizar clientes vai muito além dos programas de CRM (Customer Relationship Management – Gestão de Relacionamento com o Cliente, em português) e é uma atitude que deve ser tomada por todos os envolvidos no negócio. Cada membro da empresa tem sua parcela de responsabilidade na fidelização dos clientes. “Esperar que um sistema faça isso é terceirizar a responsabilidade”, diz. “Até porque de nada adianta os sistemas acumularem infinitos dados sobre o cliente se o vendedor não os lê antes de ir atendê-lo. É possível, por meio de técnicas simples, aumentar o grau de fidelização dos seus clientes, isto é, na prática, aumentar o tempo em que ele permanece consumindo na sua empresa”, afirma.

Marcelo, que também é autor do livro Vendedor fiel, Cliente fiel (Ed. Landscape), cita em sua obra a frase “[...] fidelizar clientes é encontrar um oásis de lucro para a empresa e para os vendedores”. Em sua citação, o consultor reforça sua crença de que a fidelização é a alternativa que pode alavancar o lucro das empresas e, mesmo assim, são poucas as companhias que investem em projetos voltados à fidelização de seus clientes. “Realmente acredito nisso, mas a realidade é muito estranha no mercado. De toda a verba de marketing investida nas empresas, menos de 10% vai para projetos de fidelização”, comenta.
Mas, quais os benefícios de fidelizar clientes? São inúmeros. Segundo os especialistas, investir em fidelização, além de trazer lucros, pode colaborar para melhorar a imagem comercial delas. Para isso, é importante que o empresário tenha em mente que estratégias de fidelização são um investimento.

Para Caetano, os argumentos de Frederick Reichheld, em seu livro Loyalty effect (O efeito da fidelidade), são mais do que suficiente para se compreender que fidelizar clientes dá lucro, e muito. “Ele destaca que quanto mais tempo os clientes permanecem em uma empresa, maiores são os lucros por eles gerados”, conta.

Os fatores da importância da fidelização, citados por Reichheld, são: à medida que os clientes se tornam mais confiantes ao realizarem negócios com a empresa, o consumo aumenta; com o tempo, o custo de serviços com o cliente decresce, isto é, fica mais caro servir um novo cliente do que um antigo e mais leal; clientes fiéis trazem benefícios indiretos por meio de referências que oferecem e clientes fiéis são  menos sensíveis a preço. Assim, a empresa pode movê-los para um patamar mais elevado.

Mas, o que fazer para fidelizar?

“Sei que criar a consciência de fidelização de cliente, no Brasil, é um grande desafio, pois vivemos a tentação de morar em um país continental no qual, todos os dias, surgem novos clientes para consumir nossos produtos. Isso cria uma nuvem de constante esperança de crescimento pelos novos clientes, mas não pode nos tirar do foco da busca pela fidelização”, afirma Caetano.

Segundo o consultor, há alguns passos a serem seguidos na implantação de um projeto de fidelização de clientes que pode colaborar para que a iniciativa seja bem-sucedida. São eles:

“1. Quantificar – quantos clientes você e sua empresa perderam no último ano? Saber esse número é fundamental. Faço essa pergunta em minhas palestras e nunca, isso mesmo, nunca encontro pessoas que têm essa resposta;

2. Entender – pesquisar os clientes que abandonaram a empresa para entender os motivos de sua saída é muito importante;

3. Agir – de nada adianta você mensurar, entender os motivos que fizeram os clientes
abandonarem sua empresa, se você não agir para sanar os problemas;

4. Mensurar os resultados para sempre – nunca perder o foco e monitorar se as ações estão sendo bem-sucedidas é muito importante”.

FIDELIZAÇÃO NA YELING

A Luvas Yeling se preocupa em compreender o cliente, ponto inicial de seu projeto de fidelização. “Com isso, falar com os clientes que pararam de comprar e entender o motivo traz a resposta para que um projeto de fidelização seja um sucesso”, destaca o consultor Caetano.

Além disso, a empresa está em fase de implantação da área de Pós-vendas, que dará suporte aos indicadores do projeto de fidelização, visando a seu aperfeiçoamento. De acordo com Francis Ferreira, gerente de atendimento da Yeling, o projeto consiste em realizar o contato com todos os clientes para a confirmação da chegada do pedido. “Nessa ligação, o objetivo é verificar se o pedido chegou exatamente conforme solicitado e dentro do prazo estabelecido”, conta.

Segundo ele, o início do projeto veio de encontro com dois grandes objetivos da companhia: medir a satisfação dos clientes e identificar oportunidades de melhorias em nossos processos. “Este segundo consiste em retirarmos dos vendedores, representantes e gerentes as atividades de pós-vendas, deixando-os livres para gerarem mais negócios”, destaca.

O projeto de Pós-vendas da Yeling foi implantado, em abril deste ano, com objetivos de médio e longo. Em seu início haverá uma transição gradativa para a área de pós-vendas das demandas que ocorrem após a etapa de vendas. “Iniciamos somente com o tratamento de pós-vendas nas entregas. Em maio, centralizamos as demandas de devolução e, nos próximos três meses, faremos a transição das demandas dos vendedores e assistentes”, explica Francis. “Com a conclusão dessa transição, temos a expectativa de um melhor tratamento de possíveis falhas nos pedidos, bem como uma maior disponibilidade de vendedores e assistentes para melhor gestão da carteira e melhores negócios”, completa o gerente.

 

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Gestão de Conflitos e Gestão de Diferenças – Parte 2

BORDA ESTREITA

Caminhar pela Borda Estreita é o processo de manter-se completamente fiel a tudo que é importante para você e, ao mesmo tempo, abrir-se verdadeiramente para compreender, ter interesse e curiosidade pela verdade do outro e pela forma como este expõe o que é importante para ele.

Sendo rigorosamente honestos conosco, sabemos que sempre haverá inúmeras falas, posturas que resolvemos expressar, ou não, determinando a realidade que será criada naquele grupo.

É uma forma mais clara de lembrar que podemos mudar de pensamento e de opinião a qualquer momento. E novamente podemos publicar, ou não, influenciando as realidades vividas nas relações o tempo todo.

Quando estamos conscientes desses aspectos e processos humanos e alinhados com nossos valores, teremos maior possibilidade de construir uma matriz de comunicação do grupo com muito mais sinergia.

Quando atingirmos essa capacidade de gerir nossas diferenças pautadas na Esfera de Valor, estaremos alcançando um padrão de comunicação que é objetivo do desenvolvimento de qualquer grupo humano, conhecido como o padrão de comunicação que promove evolução, transformação e crescimento por meio das diferenças.

Em relação a esse padrão de comunicação, temos que é uma nova proposição para padrão de comunicação. Procura conjugar as características de diferentes grupos ou pessoas para conquistar uma condição em que as “verdades” de cada um sejam colocadas sem que ninguém tenha que abrir mão do que é importante para si.

 

Diferenças e Semelhanças são reconhecidas e alguns pontos são comuns, como:

• Todos utilizam a linguagem e outras formas de se expressar, o que constitui a nossa realidade pessoal compartilhada que produz impacto em nossas vidas;

• Nossas características são formadas com base nas particularidades da nossa história pessoal;

• Todos reparam em nossas diferenças e em como somos diferentes uns dos outros;

• Todos possuem determinadas afinidades e identificações;

• Todos somos seres culturais;

• Cada um vive experiências que vão formar a base moral de suas ações.

 

E AINDA:

• A mudança é uma possibilidade, mas não é o principal objetivo;

• Não sentimos “nossa verdade em risco”, pois ela serve para nos mover para um novo padrão de interações em que nossas diferenças podem ser expressadas ou compreendidas e novas formas de relacionamento se estabelecem;

• Cada um diz o que é importante para si sem tentar mudar o outro;

• A escuta é profunda, sempre procurando compreender a visão e o mundo do outro;

• Cada um fala da sua experiência, buscando que os outros consigam vislumbrar o seu universo;

• Ao se expressar, cada um procura construir respeito para chegar a alguma compreensão acerca do alcance e dos limites de seus universos e produzir um aprendizado significativo sobre coisas novas;

• A diferença é vista como positiva e pode beneficiar a todos.

 

Esse padrão de comunicação é uma meta ideal. Embora não seja uma referência de modelo experimentado em nossa cultura, é uma referência a ser buscada, construída pela intenção e pela vontade consciente, pelos grupos humanos que perceberem nesse modelo uma meta a ser atingida.

Quando olhamos para o mundo, na dimensão macrossocial e constatamos tanta destruição, guerras, violência e incompreensão e depois examinamos intimamente as relações no universo microssocial dos pequenos grupos – por exemplo, nas organizações, percebemos que trabalhos que se ocupam dessa abordagem estão ainda engatinhando.

E o trabalho a ser realizado é enorme.

Pensar na eficiência das organizações com base no desenvolvimento dos valores, da autorresponsabilidade e da competência para um convívio produtivo e harmonioso, é um indicativo de um caminho de transformação humana muito grande.

Marco Antonio Bortoletto é psicoterapeuta, coach em Comunicação e Relacionamento no Trabalho, consultor em Gestão de Diferenças e Comunicação não Violenta, Mediador de Conflitos e, atualmente, presta consultoria em Gestão de Diferenças na Luvas Yeling.

 

 

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