Yeling lança luva de segurança em aço inoxidável

Luva Malha Forte protege contra cortes por facas manuais e lâminas

MalhaForte

Em frigoríficos, açougues, cozinhas industriais e indústrias têxteis, são inúmeros os riscos aos quais estão expostos os profissionais. As facas manuais e outros objetos cortantes estão presentes na maioria das atividades que executam, como o corte, a desossa (retirada dos ossos de carnes, aves ou peixes, cozidos ou não, conservando sua forma original), entre outras.

Para garantir a proteção adequada aos trabalhadores desse setor, a Luva Yeling desenvolveu um produto com eficiência comprovada: a Malha Forte. Uma luva de segurança confeccionada em aço inoxidável, composta por pequenas argolas entrelaçadas com fechamento ajustável.

A partir do uso da luva Malha Forte, os profissionais que trabalham em atividades, como recortes de bovinos, suínos, avícolase, outros procedimentos industriais de corte, têm suas mãos seguras contra cortes por facas manuais e objetos cortantes similares, como lâminas.

Vale destacar que, de acordo com a pesquisa da ANIMASEG 2010/2012, a atividade de abate suíno, aves e outros pequenos animais classifica-se em 8º lugar no ranking de atividades com mais acidentes com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho ). “Precisamos contribuir para a redução desse cenário, levando aos profissionais a proteção necessária com qualidade garantida”, esclarece Andrea Vieira, consultora técnica comercial da Luvas Yeling.

“Atribuímos em nosso portfólio a luva Malha Forte para a atuação em um nicho de mercado que até então nosso market share é inexpressivo (isto é, seu grau de participação nesse mercado em termos das vendas é pequeno). Agora, estamos aptos para iniciar o trabalho de homologação da luva em frigoríficos, abatedouros e açougues, os segmentos que demandam o maior consumo desse EPI”, esclarece Andrea.

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Nova Portaria do MTE altera norma de ensaio para luvas com proteção química

Ensaios baseados na norma MT 11:1996 valem até maio

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mantém atualizadas as normas que regem os EPIs – Equipamentos de Proteção Individual. Neste ano, o EPI tipo luvas contra agentes químicos passará por atualização. A novidade é que os ensaios químicos deverão ser feitos de acordo com a EN 374:2003, norma europeia que especifica a capacidade das luvas de proteger o usuário contra produtos químicos e/ou micro-organismos, conforme a portaria nº 452 de 20 de novembro de 2014, do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial em 1º/12/2014.

Segundo a portaria, as luvas de proteção abrangidas pela norma EN 374:2003 são submetidas aos testes de penetração, que se refere ao cuidado com o deslocamento de um produto químico e/ou micro-organismo que possa ocorrer por meio de materiais porosos, costuras, furos ou outras imperfeições no tecido da luva de proteção do tipo não molecular e de permeação (penetração por meio de um sólido), que validam as películas de borracha e plástico contidas nas luvas para que atuem como barreiras contra líquidos. Por vezes, atuam como esponjas que absorvem os líquidos e os retêm contra a pele. Por esse motivo, é necessário medir os períodos de permeação ou de tempo que o líquido demora a entrar em contato com a pele.

“Os relatórios de ensaio, segundo a norma espanhola MT 11:1996, serão aceitos até 30 de maio deste ano para o EPI tipo luva de proteção contra agentes químicos, sendo que, após esse prazo, a norma de ensaio aplicável deverá ser a EN 374:2003, de acordo com a portaria N.º 452”, esclarece Welington Alves, analista do setor de Normatização da Luvas Yeling.

“É importante salientar que todos os CAs (Certificados de Aprovação) emitidos até 30 de maio de 2015, ensaiados por meio da norma MT 11:1996, terão validade normal até o período determinado pelo MTE, sendo que, no momento da renovação, os ensaios deverão ocorrer de acordo com a norma europeia EN 374:2003, conforme divulgado nessa portaria”, comenta Dayane Jakel, analista de Marketing da empresa.

Requisitos

A SEÇÃO MÍNIMA DA LUVA QUE É ESTANQUE À PERMEAÇÃO DE LÍQUIDOS DEVE SER, PELO MENOS, EQUIVALENTE AO COMPRIMENTO MÍNIMO DELA, CONFORME ESPECIFICADO NA NORMA EUROPEIA EN 420.

PENETRAÇÃO: UMA LUVA NÃO PODE PERMITIR FUGAS QUANDO É SUBMETIDA A UM TESTE DE FUGA DE AR E/OU ÁGUA E DEVE SER TESTADA E INSPECIONADA EM CONFORMIDADE COM OS NÍVEIS DE QUALIDADE ACEITÁVEL (ACCEPTABLE QUALITY LEVEL).

PERMEAÇÃO: TODOS OS PRODUTOS QUÍMICOS TESTADOS SÃO CLASSIFICADOS EM TERMOS DE TEMPO DE PERMEAÇÃO (NÍVEL DE DESEMPENHO ENTRE 0 E 6).

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Coluna: Como os gigantes caem? por Marcelo Caetano

Por Marcelo Caetano

Jim Collins escreveu um livro chamado “Como os gigantes caem”. Nele, o autor descreve os motivos de queda de uma empresa. Na verdade, ele o escreveu depois de outro livro chamado “Empresas feitas para durar”. Algumas que ele cita quebraram ou foram vendidas em condições muito difíceis. Resultado, ele teve que entender o que tinha acontecido. E, para fazer uma descrição lúdica, criou uma curva que é assim:

O primeiro estágio é o excesso de confiança originado pelo sucesso. O segundo é a busca indisciplinada pelo crescimento. A terceira fase é a negação do risco. A quarta é a corrida pela salvação. A quinta, irrelevância ou morte.

Já apliquei tanto esse diagrama com clientes dos nossos treinamentos e consultorias que comecei a notar algo. Ele representa bem o comportamento das pessoas na sua carreira profissional e, se analisarmos mais profundamente, na vida pessoal também.

 

Vamos traçar juntos esse paralelo.

O primeiro passo para começar uma curva de fracasso é a sensação de que já sabe tudo. Digo sensação, pois ela vem sempre antes da ação. Vem na hora que você ouve alguém contar algo que pode ajudar você, mas entra por um ouvido e sai pelo outro. Quando não damos retorno para alguém que nos solicita algo ou faz uma reclamação e isso não muda em nada na sua vida. Não gera uma análise, um repensar. Nesse momento, há uma consolidação de crenças e certezas e a pessoa não se modifica. Isso não tem nada haver com a idade, algumas pessoas deixam de aprender com 30 anos.

O segundo passo, a busca indisciplinada pelo crescimento. Essa é a realidade da grande maioria das estruturas que conheço. As pessoas querem crescer seus resultados há qualquer custo. Mas não estudam, não procuram inovar, deixam de propor novidades. Mas, mesmo assim, por um período, seus resultados melhoram. Elas sempre me perguntam como podem crescer de forma indisciplinada. Em vendas, isso é fácil acontecer; venda só um produto ou poucos do seu portfólio e você crescerá de forma indisciplinada. Cresça vendendo para poucos clientes e você conseguirá vender muito. Mas por quanto tempo?

Certa vez, em uma série de workshops para uma grande empresa, o melhor vendedor que a empresa já teve levantou quando cheguei nessa fase e deu seu depoimento: “Eu tinha cinco grandes clientes. Atendia-os muito bem. Todos grandes. Eles compravam muito

mesmo. A empresa nunca me pressionou para ter só cinco clientes, eu poderia ter até dez. Mas estava bom para mim e para a empresa. Alguns rumores do mercado diziam que um deles estava mal financeiramente. Mas minha vida era boa. Tinha uma X5, carro de luxo da BMW, uma chácara, um bom apartamento e uma casa na praia. Tudo ia muito bem. Até que um deles quebrou. Os bancos ficaram atentos, seguraram o crédito do setor e outros dois quebraram. Dos meus cinco clientes, três quebraram em um ano. Eu quebrei junto”.

Já com lágrimas nos olhos, disse que perdeu a BMW, a chácara e quase a família, que sempre fica balançada nesses momentos. Confesso que eu também tinha lágrimas nos olhos após ele terminar sua história bastante emocionado. Não é fácil, mas ele se colocou em risco.

Depois me confessou que outros clientes queriam comprar seu produto, mas ele optou por casar com os clientes atuais. Nem atendia às solicitações dos outros clientes. Porém, quando precisou ir atrás deles, foi muito maltratado. E com razão. Ele se colocou em risco, mas a boa situação negava isso.

Mas isso acontece em outras áreas também, é possível melhorar resultados sem susten­tação, fazer mais do mesmo, embora saben­do que aquela situação não se sustentará por muito tempo, negando o risco.

Esse é o próximo estágio. A negação do risco.

Se a situação está boa, nós negamos o risco. Afinal, o presente está bom. Na grande maioria dos treinamentos que ministro, quando pergunto para as pessoas em qual ponto da curva elas estão, a resposta é quase sempre “estou na busca indisciplinada pelo crescimento”, que é o segundo estágio. Mas, após o evento, elas muitas vezes me abordam e dizem. “Caetano, na verdade, eu estava na terceira fase, negando o risco, mas agora já sei em que ponto estou e vou trabalhar para o reverter.” Isso é normal, afinal, quando nos colocamos em uma situação de risco, quase nunca temos noção disso. Algumas vezes ficamos nessa posição de teimosos. A empresa pede para mudar, o cliente sinaliza insatisfação, os concorrentes saem sempre na frente, mas insistimos em negar o risco. Depois pode ser tarde demais. Afinal, em seguida da negação de risco, a queda é vertical, pois ela chega sem esperarmos. Então, vem a próxima fase.

A corrida pela salvação – Essa fase é bastante complicada. Figurativamente, é como um gato que cai em um buraco e tenta se segurar com as garras. Ele vai perder várias unhas, vai se machucar e quem sabe quebrar alguma parte do seu corpo na queda. Com vendas é assim também. Vejo muitos gerentes, desesperados, tentando salvar

suas empresas, pior ainda, seus conceitos. Uma estratégia que não funciona e ele tenta salvar de todas as formas, custe o que custar. Em uma corrida pela salvação desesperada. E que culminará na última fase.

A irrelevância ou a morte. Não vou contar aqui histórias tristes de pessoas que chegaram a essa fase, você deve conhecer algumas bem de perto. Você deve estar pensando, “mas e se eu não estiver em nenhuma dessas fases?”. Quero levar você à uma reflexão.

Tomei a liberdade de interferir na teoria do Jim Collins e escrever as duas fases anteriores. Chamo a primeira de fase 10.

Quando você tem bons resultados e está atento às mudanças, você pode me perguntar: “como sei que estou nessa fase?”. Vou dar uma técnica simples. Está atingindo suas metas? Quais mudanças realizou na sua forma de trabalhar no último ano? Se você responder sim para a primeira e tiver pelo menos três mudanças realizadas no ano, você está na fase 10.

A última eu chamo de fase 100 – quando suas vendas estão melhores do que nunca e você fez três mudanças na sua maneira de trabalhar no último ano.

Se você já esteve bem, com melhores resultados, mas está realizando as mudanças, está na fase 10, seu momento da fase 100 passou e você precisa recuperá-lo.

Agora, quero fazer um exercício com você. É muito sério e importante.

• Em qual fase você está?

• Por que chegou nessa fase?

• O que precisa fazer para que isso não aconteça mais?

• Quais três atitudes você precisa tomar a partir de agora para sair dessa fase?

• Quando vai medir se consegui ou não?

 

Boa sorte e comece a agir agora!

Marcelo Caetano

 

Marcelo Caetano é consultor comercial da Yeling, sócio da VendaMais e autor dos livros “Vendedor Fiel Cliente Fiel”

e Chega de Desconto!”.

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